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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Vida Aquarela

O quadro quadrado pintado por um pintor popular caiu do prego preso na parede. Quando ocorreu tal fato, quebrou-se o quadro no ato. Em pedaços. Em quatro. A tinta que outrora tanto coloria a tela reta, então escorria pra fora, sem demora. Pintando a vida de agora sem moldura dura. É tudo aquarela. Aquilo ou aquela, eu e você. Tudo pintura, clara ou escura. Assim como os céus de Monet. A vida vem vindo assim. Como pinceladas pintadas aleatoriamente. Meio que de repente, as cores caem no colo de quem quiser criar e colorir o mundo. Afora e a fundo. Cabe a quem se dispor ao mundo dar cor. Registrar os momentos bons colorindo-os com muitos tons. Cores primas pra pintar rimas, uma cor fria colore a nostalgia, já as quentes tonalizam momentos e rostos sorridentes. Algumas se mesclam no godê pra dar vida a você. Viver é como pintar. E pintar é como amar. Não tem explicação. Parte do coração. Muitas vezes em partes por não ter um sorriso que ilumine um céu em tom pastel.

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